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29, novembro, 2018

A contratualização de um seguro de vida é prática comum sempre que se faz um crédito à habitação. Mas será que este é suficiente para garantir a estabilidade da sua família em caso de fatalidade?


Embora não seja obrigatório por lei, o certo é que muitos bancos impõem a contratualização de um seguro de vida como requisito para o acesso a um crédito à habitação ou condição para ter um spread mais baixo. Em caso de fatalidade, fica assim garantido que o empréstimo é liquidado, protegendo a sua casa. Mas será isto suficiente para salvaguardar o futuro da sua família na sua ausência?

Não é preciso pensar muito para chegar a uma conclusão: caso o seguro de vida não vá além do valor em dívida do crédito à habitação, este produto não chega! E isto porque as despesas que garantem a qualidade de vida da sua família não se restringem aos custos com a habitação.

Às despesas do dia-a-dia, juntam-se as despesas com a educação, despesas médicas, atividades físicas e lúdicas dos seus filhos e tantos outros gastos aos quais será mais difícil fazer face se faltar um rendimento em sua casa. E bem sabemos que nos dias que correm é muito difícil, sobretudo para os casais mais jovens, conseguir poupar o valor suficiente para enfrentar um decréscimo repentino no rendimento mensal.



O que devo incluir no meu seguro de vida?
Incluindo num seguro de vida as despesas quotidianas da sua família garante a paz de espírito de saber que se algo de mal lhe acontecer, a sua família não fica financeiramente desamparada. E não pense que estamos a falar apenas de seguros de vida com cobertura por morte.

Deve também incluir no seu seguro de vida coberturas de invalidez ou doenças graves, assegurando que o capital seguro lhe é pago caso se veja impossibilitado de trabalhar.


Como devo calcular o capital a segurar?
Para calcular o seu capital seguro deve, então, multiplicar o rendimento que deixará de entrar em sua casa, pelo número de anos pretendido. Veja o exemplo:

O João tem um filho de 6 anos e ganha um ordenado de 1.000 euros líquidos. O João quer assegurar que, caso alguma fatalidade lhe aconteça, a sua família contará com recursos que permitam ao seu filho prosseguir os estudos e tirar um curso superior.

Que contas deve, então, o João fazer? Tendo um seguro de vida associado ao crédito à habitação, que ficaria liquidado, o João vai subtrair ao seu ordenado mensal o valor da prestação mensal com a casa (450€), multiplicando depois o resultado por 12 meses e, por fim, pelo número de anos pretendido:

1000€ – 450€ = 550€
550€ x 12 meses = 6.600€/ano
6.600€ x 18 anos = 118.800€

Neste exemplo, o valor do capital seguro devia então ser de 118.800 euros.

Se tem dúvidas quanto ao melhor seguro de vida para garantir o seguro da sua família, venha conhecer as soluções que temos para lhe propor. Até o ajudamos a fazer as contas ;-)

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